A malha de aterramento é essencial para a proteção das instalações sujeitas ao risco de descargas elétricas. Para dar efetividade a essa proteção, existem dois métodos diferentes: a solda exotérmica e o conector de aterramento à compressão.

Há um debate considerável sobre qual dos dois métodos é mais eficiente de um ponto de vista comercial. E é este debate que trazemos hoje por meio deste artigo.

Porém, antes de apresentarmos a problemática a ser resolvida, acompanhe uma breve explicação sobre o funcionamento de ambos os métodos:

1. O que uma solda exotérmica?

A solda exotérmica é o processo de fusão molecular entre dois condutores de aterramento, podendo ser cabo x cabo ou cabo x haste. A fusão é realizada em um cadinho, um molde de grafite projetado para facilitar a soldagem que possui uma baixa vida útil.

O resultado é uma união permanente entre os metais condutores. A soldagem apresenta uma condutividade elétrica satisfatória, porém inferior à dos conectores de aterramento.

2. O que é um conector de aterramento à compressão?

O conector de aterramento à compressão é um acessório metálico de liga de cobre que realiza a mesma função de condutividade da solda exotérmica, porém atua de outra forma. Assim como a soldagem, os conectores são capazes de fazer a conexão cabo x cabo e cabo x haste.

Por sua vez, ao invés de fundir metais em uma solda exotérmica, os conectores comprimem os cabos ou hastes para que eles sejam incorporados de forma segura na malha de aterramento.

3. Quais são as diferenças?

A intenção dos dois métodos é a mesma: proteger instalações elétricas contra o perigo de sobrecarga. Entretanto, ambos têm vantagens e desvantagens únicas que devem ser levadas em consideração na hora de escolher qual será aplicado no sistema.

A solda exotérmica pode ser enterrada, eliminando a caixa de inspeção. No entanto, a caixa de inspeção é necessária para se ter uma visibilidade mais clara do sistema. A soldagem dos metais é permanente, mas a porosidade da solda faz com que ela perca condutividade com o tempo.

Os conectores de aterramento têm o fator praticidade no centro de suas vantagens. A emenda e a instalação dos conectores tem um tempo de tarefa muito menor que a soldagem e, além disso, eles podem ser usados em qualquer lugar, sem oferecer riscos.

Além disso, o conector de aterramento é autossuficiente — sua conexão não depende de fatores externos, podendo ser realizada a qualquer momento.

No caso da solda, o projeto, a área de instalação e o próprio clima podem interferir no processo, e sua má execução pode resultar em problemas como explosões.

4. E agora? Qual dos dois é a melhor opção para o meu projeto?

Em um mercado orientado ao melhor benefício em produtividade e praticidade, o conector de aterramento à compressão é a escolha mais viável. Por ser 99% cobre, o conector apresenta uma condutividade quase perfeita desde o momento da instalação.

Em suma, a economia de tempo apresentada pelo conector de aterramento é valiosa demais para que este método seja ignorado em prol da solda exotérmica. Ademais, ele não apresenta perda catódica, mantendo a condutividade perfeita.

A caixa de inspeção, por sua vez, permite que o operador tenha uma visão mais clara do sistema, facilitando a manutenção.

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