A Proauto comemora 30 anos de história!

Completamos três décadas de uma trajetória de muito sucesso nos segmentos de automação industrial e energia fotovoltaica. A Proauto celebra, neste mês, mais um ano de existência.

Durante esse período, buscamos nos transformar e evoluir como empresa, visando maior consolidação de nossa marca dentro do mercado. Tudo isso, é claro, com foco nas pessoas, sejam elas nossos clientes, fornecedores ou colaboradores.

Mas, não vamos parar aqui! Ainda temos muito a conquistar e trazer para o mercado nacional.

Quer conhecer melhor nossa trajetória e saber quais são os próximos passos? Continue lendo.

Onde tudo começou!

A Proauto teve início no dia 27 de agosto de 1992 na residência do Sr. Miguel, o fundador da empresa. Ele anteriormente tinha atuado como projetista em grandes empresas do ramo industrial.

Nestas experiências, ele criou proximidade com o setor de vendas das companhias.

A empresa nasceu como Projetos de Automação, na busca do fundador por alternativas para se recolocar no mercado. Desse modo, o Sr. Miguel vislumbrou a oportunidade de atuar no mercado de representação de empresas do ramo elétrico.

Em sequência, a organização passou a adentrar nos produtos de automação, inicialmente focada na distribuição de fontes chaveadas. Com a consagração das vendas desta linha, a marca começou a trabalhar com a linha de bornes.

Com estes resultados positivos, a Projetos de Automação passou a ser reconhecida como Proauto, mas os pilares de buscar inovações, responder às necessidades do mercado e realizar um atendimento sem igual aos clientes, permaneceram os mesmos.

Uma curiosidade é que neste período o seu Miguel, já distribuía alguns brindes para os clientes que visitava, por exemplo, dar mel e suspiros para eles. Isso demonstra que a preocupação da Proauto com seu cliente nasceu junto com a marca.

Os valores da Proauto!

Sem dúvidas, a combinação entre produtos de alta qualidade e atendimento personalizado teve como resultado o sucesso da Proauto. Além disso, outro motivo da longevidade da nossa empresa é a atenção e fidelidade aos valores, que são nossos pilares fundamentais.

O primeiro, como já mencionamos, é o atendimento ao cliente!
Todo o nosso trabalho é focado em construir uma base sólida com uma das partes mais importantes do nosso negócio: o cliente!

Essa atenção ao público externo também é refletida no cuidado com os colaboradores, acreditamos que um bom ambiente de trabalho resulta em uma melhor realização dos processos, bem como, em uma entrega de serviços e produtos bem mais qualificada.

A flexibilidade e a agilidade, são outros dos pilares da Proauto, pois, buscamos sempre atender as necessidades do mercado de forma rápida e eficaz, trazendo produtos de extrema excelência.

Por fim, mas, não menos importante, a qualidade, que é buscada em todos os âmbitos do nosso negócio. Seja nos produtos oferecidos, no atendimento ao cliente ou na experiência do colaborador, a Proauto visa sempre entregar com qualidade para ser consolidada como referência de mercado.

A nossa história não para por aqui

Após 30 anos de uma trajetória de tanto sucesso, nós não vamos parar por aqui!

Afinal, temos como grande objetivo nos consolidarmos como referência em equipamentos de automação industrial e energia fotovoltaica.

Para isso, vamos seguir atendendo as demandas dos mercados em que atuamos, seja na vertente de Automação ou no setor de Energia Solar, desenvolvendo produtos inovadores e buscando parcerias de sucesso!

Microinversor solar: quais os erros mais comuns na instalação?

Um sistema de geração de energia fotovoltaica é composto por diversos equipamentos, fundamentais para assegurar a correta produção de energia, bem como a segurança do sistema. Um dos dispositivos mais importantes, sem dúvidas, é o microinversor solar, o qual pode ser considerado como “coração” desse sistema.

Sendo assim, instalar os microinversores de maneira correta é crucial para evitar prejuízos materiais e humanos.

Para entender melhor a relevância do microinversor solar e saber como evitar erros em sua instalação, siga lendo!

Entendendo a função do microinversor solar.

Como mencionamos acima, este dispositivo é tão importante que é até chamado de “coração” do sistema fotovoltaico. Isso ocorre pois esse equipamento é o grande responsável por controlar e coordenar as etapas de geração de energia solar, permitindo que a eletricidade gerada chegue até os equipamentos de casas, prédios e indústrias.

O microinversor solar tem como papel principal realizar a transformação da corrente contínua (CC), que é a gerada pelos painéis fotovoltaicos, em corrente alternada (CA), aquela utilizada nas instalações elétricas envolvidas em produções industriais e em nosso cotidiano.

Porém, para que o dispositivo exerça sua função de maneira correta, é preciso que ele seja instalado de maneira apropriada, afinal, ninguém quer lidar com as dores de cabeça relacionadas às falhas na geração de energia.

4 erros comuns na instalação de microinversor solar que você deve evitar:

Abaixo listamos alguns erros comuns para evitar ao instalar este equipamento.

1. Estrutura adequada.

Tanto a instalação dos módulos fotovoltaicos, quanto a instalação dos microinversores, demandam uma estrutura que seja apropriada para receber estes equipamentos.

Este local deve ser plano,,caso a parede ou superfície onde os dispositivos serão instalados não esteja plana, o funcionamento do microinversor poderá ser prejudicado. Por essa razão, certifique-se de que o local escolhido para abrigar o sistema não apresenta irregularidades.

Apesar de parecer algo simples, este é um dos equívocos mais frequentes na implementação de sistemas fotovoltaicos.

2. Equipotencialização e aterramento.

A equipotencialização é um procedimento que tem como objetivo igualar o potencial elétrico de sistemas diferentes, reduzindo, assim, a tensão elétrica.

Quando o local possui um sistema de aterramento, a equipotencialização faz com que todos os pontos aterrados apresentem a mesma potência, que está abaixo dos outros pontos, para garantir que a corrente de descarga vá para a terra.

Assim, não contar com um sistema de aterramento apropriado para a instalação do microinversor solar, prejudica o funcionamento do sistema, pois, a corrente não tem um caminho para chegar até a terra.

3. Não ter proteção externa para seccionamento e manutenção seguros.

Os microinversores, algumas vezes, não contam com proteção para CA e CC. Se este é o caso, a solução ideal é buscar por itens externos que realizam esta função, como as String Box, caso excedam a distancia de 5 metros entre os módulos e inversor conforme orientação da NBR16690.

4.Instalar a String Box muito próxima ao microinversor solar.

Além disso, um problema comum, especialmente em novos micro inversores de pequeno porte, é a extensão do cabo de entrada, que costuma ser bem curto (deixando a stringbox perto demais do inversor, alem de não proporcionar uma conexão segura).. Para realizar a ligação de forma correta, a ProAuto conta com os conectores< a href=https://proauto-electric.com/produtos-post/kit-conector-solar-sc4-e/ >SC4-E.

 

 

Em relação a equipamentos para proteção, a String Box é a mais recomendada para proteger a parte da corrente contínua, enquanto, o QDCA é o mais indicado para proteger as partes de corrente alternada.

Conheça as nossas soluções para geração de energia solar

Para garantir os melhores inversores e microinversores em seu sistema, conte com a Proauto Solar, o braço da Proauto Electric que oferece as melhores soluções para a geração de energia fotovoltaica no mercado brasileiro.

Além disso, realizamos um atendimento personalizado e humanizado para atender todas as necessidades de nossos clientes. Para saber mais, entre em contato conosco.

Expectativas e lançamentos da Proauto para Intersolar 2022!

Intersolar está chegando! A maior feira da América Latina para o setor de energia fotovoltaica retorna para ampliar ainda mais as possibilidades dentro deste ramo. Em 2021, o estande da Proauto foi um verdadeiro sucesso e é claro que neste ano, não poderíamos deixar de marcar presença!

Já, em 2022, o evento será realizado na cidade de São Paulo entre os dias 23 a 25 de agosto, e a Proauto estará presente com diversos lançamentos.

Quer saber em primeira mão quais são as nossas expectativas e novidades para a feira? Acompanhe o blog!

Expectativas para Intersolar 2022!

A nossa equipe está muito otimista com a nossa participação nesta edição do evento! No último ano, o estande da Proauto recebeu vários visitantes interessados em conhecer melhor as soluções que oferecemos.

Em 2022, o nosso espaço estará na mesma excelente localização do último ano, logo na entrada da feira.

Além disso, iremos preparar um grande estande para abrigar todas as inovações e lançamentos que vamos apresentar ao mercado de energia solar brasileiro.

Assim, se você deseja ficar por dentro das novidades que Proauto Solar vai exibir, aproveite para conhecer o nosso espaço e conferir de perto nossos produtos.

As novidades da Proauto, em primeira mão!

A fim de aproveitar a visibilidade oferecida pela Intersolar, a equipe da Proauto Solar preparou, especialmente para o evento, alguns lançamentos exclusivos, os quais você poderá conferir em primeira mão agora! Siga lendo.

No que diz respeito ao ramo de geração de energia distribuída iremos apresentar, não só uma, como DUAS novas linhas de String Box sendo a CORE+ e SMART! É mais uma solução da Proauto para revolucionar o setor fotovoltaico brasileiro, trazendo muito mais segurança e praticidade ao mercado com os conectores fotovoltaicos já incorporados na stringbox.

 

Já para o setor de geração de energia centralizada, as novidades são ainda maiores!

 

A começar por uma solução que já é tendência no exterior, o CTS ou Trunk Bus, em parceria com a TE Connectivity, é uma solução que foca a redução de custo dos cabos de cobre e alumínio das grandes usinas acima de 50MW.

 

Além disso, em parceria com Webdom, apresentaremos sistemas completos para o controle e monitoramento da geração de energia de uma usina fotovoltaica, como monitoramento e supervisão via SCADA, monitoramento meteorológico, monitoramento das String Box e perimetral via CFTV.

 

Apresentaremos também uma inovação revolucionária para supervisão de isolamento de todos os cabos da geração, da nossa parceira Bender, trazendo assim o fim das paradas de manutenção das usinas por este tipo de falha.

Quer conhecer mais detalhes sobre as novidades que iremos apresentar na Intersolar?

Então, faça uma visita ao nosso estande entre os dias 23 a 25 de agosto de 2022, Estande C.230! Esperamos você por lá.
Para conhecer as demais soluções oferecidas pela Proauto Electric Solar e pela Proauto Electric, entre em contato conosco.

Proteção na indústria: como evitar certos riscos utilizando um bom Sistema de Proteção?

A produtividade de uma indústria está diretamente ligada ao correto funcionamento de todos os equipamentos empregados na linha de produção. Contudo, algumas paradas inesperadas podem acontecer, pois existem diversos fatores de riscos capazes de atrapalhar essa cadeia produtiva.

Felizmente, é possível evitar que acidentes e paradas inesperadas ocorram adotando algumas medidas e empregando equipamentos como o DPS e Supervisores.

Para entender melhor como proteger seu maquinário, confira o post completo!

Quais são os fatores de riscos para os equipamentos industriais?

Podemos separar essas ameaças de funcionamento em, basicamente, duas categorias distintas: riscos internos e riscos externos. Mas quais são as diferenças entre os dois?

Os chamados riscos internos são aqueles que podem ser evitados com uma manutenção preventiva adequada e o uso de equipamentos de proteção elétrica corretos. Dentro desta categoria podemos mencionar:

  • Correntes elétricas vindas de surtos internos ;
  • Ambientes extremos com altas ou baixas temperaturas ;
  • Danos provocados por animais, como roedores.

A falta de atenção sobre estes eventos pode ocasionar diversas consequências, como: incêndios, acidentes de trabalho, pausas para manutenções inesperadas e choques elétricos.

Assim, é possível perceber que a ausência da manutenção preventiva pode levar a danos irreparáveis, tanto para os caros equipamentos usados na indústria, quanto para os funcionários que estão envolvidos nos processos.

Já os chamados riscos externos dizem respeito àqueles riscos que não podem ser controlados diretamente pela indústria, como descargas atmosféricas. Estes eventos também podem gerar complicações que comprometem a indústria como um todo.

Um dos danos mais graves, acontece quando o sistema recebe uma descarga atmosférica e se sobrecarrega. Tal acontecimento provoca o superaquecimento dos equipamentos, que pode causar graves incêndios, além de ser algo extremamente nocivo para os equipamentos instalados, muitas vezes causando sua perda total.

Como prevenir estes riscos?

Realizar a prevenção de riscos, sejam eles internos ou externos, deve ser um processo cotidiano dentro de qualquer indústria, seja ela de pequeno, médio ou grande porte!

Para isso, é preciso investir em procedimentos e equipamentos que atuam como uma proteção para os sistemas elétricos. O objetivo principal disso é antecipar e achar a razão do problema da cadeia produtiva a fim de solucioná-lo antes que danos maiores aconteçam.

Em termos de dispositivos, um dos maiores aliados para prevenir danos, com toda a certeza, é o DPS!, o qual possui a capacidade de atuar na prevenção de riscos internos e externos!

A razão do DPS ser tão fundamental nos processos de prevenção de danos na indústria, deve-se à sua forma de atuação. Ele consegue evitar que as elevadas correntes das descargas atmosféricas cheguem aos equipamentos industriais, evitando as sobrecargas do sistema.

Além do mais, em termos de prevenção dos riscos internos, podemos falar do papel fundamental dos Supervisores de Falha de Isolamento e Corrente de fuga. Eles atuam na supervisão de falhas de isolamento dos cabos e fios, bem como, na fuga de corrente elétricas, as quais poderiam levar o sistema a uma parada inesperada, causando prejuízos, muitas vezes irreversíveis.

proteção e conectividade na industria

Conte com quem tem experiência no setor

A Proauto Electric já tem mais de 30 anos de experiência no mercado de automação industrial e trabalha com marcas referência como a DEHN e a BENDER, empresas alemãs responsáveis por desenvolver dispositivos de segurança como o DPS e os Supervisores de Falha e Fuga de Correntes

Entre em contato conosco por meio de nosso site, estaremos à disposição para sanar todas as suas dúvidas.

Como a rede CANopen permite a otimização de processos industriais através do CLP

Servo drivers conectados à rede CANopen.

Quando o sistema possui uma grande quantidade de eixos a trabalharem em sincronia, a necessidade de controlar a movimentação dos servo drives com precisão se faz presente. É aí que entram os CLPs que utilizam o protocolo CANopen, que se responsabilizam a gerenciar e monitorar todas as entradas em tempo real.

O que é CLP e o que ele faz?

Pode-se dizer que o Controlador Lógico Programável atua como um cérebro. Similar a um computador, o CLP tem funções completamente personalizáveis pelo operador de acordo com as necessidades do sistema. No geral, não é errôneo dizer que eles existem para fazer com que a automação de máquinas e processos seja efetuada, o que os torna essenciais para quaisquer segmentos que busquem a automatização.

São adaptativos, e sua programação pode ser adaptada para que infinitas lógicas diferentes possam ser empregadas.

Se você se interessa em saber mais sobre o CLP, confira o artigo que nós publicamos sobre essa solução.

Onde entra a rede CANopen?

A rede CANopen é um protocolo de comunicação designado para facilitar o gerenciamento de máquinas orientadas por movimento. Ela permite que os drivers ligados ao CLP recebam, em simultâneo, um pacote de dados com instruções de movimento em alta velocidade.

O CANopen é empregado quando há o desejo ou necessidade de buscar rapidez e eficácia no envio de dados para vários drivers ao mesmo tempo, criando uma rede que trabalha em conjunto de forma rápida.

Atuação do CANopen em um CLP AS200

Delta: Excelência em CLP com comunicação CANopen

A Delta, líder global em soluções de automação e eficiência energética, possui CLPs com rede CANopen em seu catálogo.

Os CLPs da linha AS se sobressaem entre as soluções direcionadas para aplicações de médio a grande porte, possuindo modelos com CANopen integrado. O CANopen da Delta possui o módulo Delta Special Driver, que, quando ativado, agrega um controle mais simples sobre os eixos, de modo que a operação seja muito mais fácil.

Portanto, se o objetivo é atingir o máximo custo-benefício e obter uma solução de controle prática, em sistemas de alta complexidade, recomendamos a expertise da Delta com o CLP AS e os servo drives A2.

A produção sem o CANopen

Em linhas de produção onde o controle não é efetuado por meio da comunicação virtual, há a tendência de que fios se acumulem. As saídas digitais seriam utilizadas como o principal método de comunicação entre os sistemas, conectando-os através de, no mínimo, 8 fios por drive.

Em um sistema com oito drives, a utilização do CLP com CANopen substituiria 64 fios por um único cabo de rede. Com isso, além de otimizar a visualização, os trabalhos de instalação e manutenção diminuem, assim como a chance de ocorrerem erros.

Além disso, o protocolo de comunicação CANopen apresenta um feedback de informações muito mais robusto em tempo real, aumentando a capacidade de acesso e compreensão da qualidade do funcionamento.

Se você ou sua empresa se interessam em obter a solução em CANopen integrado da Delta Electronics, consulte a Proauto Electric. Com um know-how que já soma mais de 29 anos na área, a parceria da Proauto com a Delta permite que suas soluções sejam distribuídas para todo o território brasileiro.

Deseja sanar dúvidas sobre o CLP com rede CANopen? Entre em contato conosco através do site. Estamos disponíveis para responder questões, fazer orçamentos e montar planos de entrega.

Fusíveis: o que são e quando utilizá-los de maneira correta?

Fusíveis e porta-fusíveis.

Leigo ou especialista, você com certeza já ouviu falar dos fusíveis. Estes dispositivos básicos de segurança estão presentes na maioria dos arranjos fotovoltaicos, sejam eles comerciais ou não. Na verdade, provavelmente as instalações elétricas da sua casa estão, neste exato instante, contando com os fusíveis para mantê-las seguras.

Entretanto, ainda que os fusíveis estejam presentes no cotidiano de diversas pessoas, o entendimento que se tem sobre elas é básico.

“O que são?”, “para que servem?” e “como funcionam?” são algumas das questões mais comuns acerca dos fusíveis, e todas serão respondidas na postagem de hoje. A estrela, no entanto, é a questão mais prevalente sobre estes dispositivos: Quando devemos utilizá-los?

1. Para que os fusíveis servem?

Em resumo, os fusíveis são dispositivos de proteção utilizados para proteger circuitos elétricos contra sobrecargas e curtos-circuitos. Um fusível possui um filamento metálico que suporta determinado valor de corrente. Quando uma corrente que excede o valor limite — chamada de corrente de ruptura — passa pelo fusível, a corrente é interrompida.

Caixa de fusíveis em ambiente domiciliar.

2. Como um fusível atua?

Os fusíveis são dispositivos simples. Tratam-se de filamentos metálicos, frequentemente feitos de chumbo ou estanho, que agem como os elementos de fusão. O filamento de um fusível é capaz de suportar um determinado valor de limite de corrente — em outras palavras, enquanto a corrente que o atravessa apresentar uma tensão elétrica inferior à tensão de limite, o filamento permite a sua passagem.

Quando ocorre uma corrente de ruptura, uma corrente de tensão superior àquela que o filamento é capaz de suportar, o fusível é acionado. O filamento metálico derrete e interrompe a condução, impedindo que a sobrecarga ofereça danos à instalação elétrica.

3. Quando os fusíveis devem ser utilizados?

De acordo com a norma ABNT NBR 16.690, deve-se utilizá-los quando há a intenção de proteger sistemas contra correntes reversas.

As correntes reversas são uma possibilidade quando cada entrada possui 3 arranjos ou mais, e, a partir daí, empregar os fusíveis é uma ideia benéfica. Todavia, usá-los em instalações elétricas com menos de 3 arranjos por entrada não é recomendável e pode danificar o sistema.

Na indústria fotovoltaica, os fusíveis utilizados são, por norma, os fusíveis gPV, que são projetados para proteger sistemas solares.

Ademais, a potência dos fusíveis a serem adquiridos varia de acordo com a finalidade da geração. Para a geração distribuída, os fusíveis de menor potência trazem o maior benefício. Na geração centralizada, é necessário obter fusíveis mais potentes.
Está buscando por fusíveis gPV para garantir a proteção do seu sistema fotovoltaico? O catálogo da Proauto Electric Solar inclui duas linhas de fusíveis ultra rápidos aplicáveis em todas as string boxes. Basta conferir em nosso site!

Caso ainda haja dúvidas, entre em contato com os nossos especialistas. Nos colocamos sempre à disposição para responder perguntas, montar orçamentos ou simplesmente bater um papo sobre o tema.

Inversor de frequência: a importância de garantir a qualidade

Inversores de frequência DELTA.

O inversor de frequência é um dispositivo já bem reconhecido no mercado. É responsável por controlar a velocidade de um motor elétrico, utilizando mudanças na frequência elétrica do motor para obter o resultado desejado.

No entanto, embora sua função tenha o devido reconhecimento no mercado, a importância de escolher um inversor de frequência de qualidade ainda é uma pauta pouco discutida.

No blog de hoje, vamos explicar para você como escolher o inversor correto para uma linha de produção, além de reforçar o porquê dele ser uma peça essencial. Acompanhe!

Por que o inversor de frequência é necessário?

A presença do inversor de frequência é necessária para fazer o controle da velocidade e torque de um motor elétrico de maneira prática, precisa e de fácil integração em qualquer sistema.

Ainda que a precisão seja o ponto-chave do inversor, ele oferece outros benefícios para o sistema. A flexibilidade é um fator de peso na hora de optar pelo inversor certo para um segmento, uma vez que suas configurações são adaptáveis.

Além disso, a automação promovida pelo inversor de frequência elimina a necessidade de operação manual. Assim, elimina-se a possibilidade de ocorrerem erros humanos e se observa um aumento na produtividade devido à rapidez dos processos.

Outros benefícios trazidos por esse dispositivo incluem:

  • Diminuição no gasto de energia;
  • Necessidade de manutenção reduzida;
  • Custo-benefício;
  • Operação simples.

De que maneira um bom inversor de frequência se sobressai aos outros?

Se os benefícios do próprio inversor não são atrativos o suficiente, as vantagens de adquirir um inversor de qualidade expandem esses limites.

Para exemplificar um inversor de frequência ideal, vamos utilizar as soluções DELTA como exemplo. Em que aspectos eles se sobressaem?

  • Qualidade: O know-how de meio século da Delta na fabricação de inversores garante que o produto entregue carregue um nível de tecnologia mais avançado que as outras alternativas.
  • Variação de potência mais ampla: De 1 a 850hp (cavalos).
  • CLP interno: O inversor de frequência já vem com um CLP integrado. Ele permite tratar as entradas e comandar as saídas digitais. Há a possibilidade de fazer expansões por meio de placas opcionais.
  • Comunicação: Protocolos de comunicação integrados no equipamento, como o Modbus.
  • Expansões: De comunicação ou de saídas e entradas digitais ou analógicas, além de encoders, se necessário.
  • Encoder: Feedback do sistema em tempo real. Permite a colheita das informações de precisão do inversor.

Encontre inversores de qualidade na PROAUTO

Líderes no mercado da automação industrial, nós possuímos hoje três linhas de inversores de frequência. Nossos dispositivos são fabricados com apreço pela qualidade e eficácia a longo prazo.

Como complemento a essa ética, nossos inversores são fabricados pela Delta Electronics, condecorada fornecedora mundial de soluções de automação e eficiência energética.

Você pode conferir cada um dos modelos em nosso site.

Se a solução descrita no artigo é de interesse para você ou para o seu negócio, não hesite em contatar os nossos especialistas para tirar dúvidas.

Vale a pena investir no QDCA como solução independente?

Os benefícios que as consagradas string boxes trazem para os circuitos CC estão ficando cada vez mais conhecidos, o que é um salto significativo para o avanço da indústria. Mas, e o QDCA? Ele é tão importante quanto?

E, afinal, vale a pena investir no QDCA como solução independente?

Por que não ouvimos falar tanto do QDCA?

O QDCA, abreviatura de Quadro de Distribuição de Corrente Alternada, tem sua presença exigida pela norma ABNT NBR 16690. A maior dor do QDCA, no entanto, é justamente a sua ligação com as string boxes.

O que falta para o QDCA é a sua popularização como solução independente. Na maioria das vezes, ele é tratado como uma extensão integrada na string box. Por conta disso, o volume de informação disponível sobre ele é muito mais baixo, fazendo com que as pessoas não levem os seus benefícios singulares em consideração.

Como ele funciona?

Ele atua na intersecção do inversor para a rede como um quadro de proteção para os circuitos CA de um sistema. O próprio QDCA possui dispositivos de proteção contra descargas, como os disjuntores para seccionamento ou o DPS.

Além de desempenhar esse papel na proteção dos circuitos CA, a independência do QDCA é importante para a manutenção. Mantê-lo em uma caixa separada dos componentes da string box garante que uma intervenção operacional seja realizada de forma mais fácil.

Pode-se dizer que a separação traz uma facilidade na identificação.

Os QDCAs distribuídos pela Proauto Electric para todo o Brasil são oriundos da conceituada empresa fabricante alemã DEHN, que estabelece uma parceria frutífera com a Proauto há mais de 6 anos.

Nosso site possui uma linha completa de QDCA, incluindo QDCAs bipolares de 20 a 63A e QDCAs tripolares de até 63A.

Se a independência deste dispositivo é interessante para você ou para o seu negócio, entre em contato com os nossos especialistas para sanar dúvidas, discutir soluções personalizadas e fazer planos de entrega.

Por que o conector de emenda se sobressai às outras opções?

Se você busca por uma garantia de que a emenda dos fios será capaz de proteger o circuito com maestria, está na hora de esquecer os métodos de eficácia menor. Mesmo que existam outras opções, o conector de emenda oferece uma conexão próxima a perfeição, e de forma que ultrapassa todas as outras alternativas.

Portanto, se você tem dúvidas para sanar, continue lendo! No blog de hoje, iremos mostrar como se faz a instalação de um conector de emenda, e como ele funciona. Além disso, trouxemos pra você uma explicação do porquê desse equipamento se sobressair às opções que realizam a mesma função no mercado.

Como fazer a emenda com o conector?

Além de garantir mais estabilidade, o conector de emenda pode ser instalado por qualquer pessoa em dois passos simples.

1. Decapar o fio

O cabo deve ser decapado antes da inserção no conector. As dimensões desejadas dependem da medida do conector de emenda em questão. No verso de alguns modelos, as dimensões corretas podem ser encontradas para fins comparativos.

2. Inserir o condutor no conector

Seguindo a decapagem do fio ou cabo, ele deverá ser inserido no conector. Para esse fim, o operador deve levantar a alavanca de segurança, inserir o condutor decapado, e abaixar a alavanca novamente para travar a conexão.

Eu posso trocar o conector de emenda pela fita isolante?

Não se engane. A fita isolante pode parecer uma opção prática e barata, mas a realidade é outra e suas contra-indicações podem custar caro. A emenda com fita isolante oferece uma resistência elétrica mais elevada, aquecendo o conector. Daí vem o risco de ocorrer um princípio de incêndio.

Por sua vez, o conector tem uma resistência elétrica menor, o que caracteriza uma conexão de maior qualidade e riscos mínimos. Mas não para por aí…

Qual é a melhor opção?

O conector de emenda é, em todos os casos, a opção recomendada para manter a conexão estável. O seu manuseio é prático e direto, e a segurança é comprovada por certificações internacionais. Em caso de queima ou incêndio, não libera gases tóxicos.

Entretanto, a verdadeira “cereja no bolo” é a proposta de aumento de clareza visual que o conector de emenda traz ao sistema. Com essa visibilidade, os processos de check-up e manutenção podem ser realizados com um tempo de trabalho menor.

Se os conectores de emenda interessam a você ou ao seu empreendimento, a Proauto Electric oferece em seu site oficial uma plataforma onde você pode entrar em contato conosco.

O que deve ser feito para melhorar a segurança na mineração?

Mineração.

A legislação brasileira possui diversas normas reguladoras (NRs). As NRs, que têm a responsabilidade de proteger a integridade física dos trabalhadores, direcionam medidas a serem tomadas pelos setores de produção — incluindo o setor da mineração.

O setor da mineração está sob a vigência da Norma Reguladora 22. Embora a NR traga boas práticas à atividade mineira, ela é pouco específica quanto às instalações elétricas na mineração, e menos ainda quanto à proteção elétrica.

Neste blog, você acompanhará uma essay sobre as carências da mineração no que diz respeito à proteção contra acidentes elétricos. Leia abaixo:

A mineração e os acidentes elétricos

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (“OIT”), a mineração é o setor que mais acumula mortes no expediente. Hoje, quase toda a mineração utiliza instalações elétricas. Sistema algum é cem por cento seguro, especialmente quando a energia elétrica é o ponto-chave da produção.

Como os dispositivos de ventilação, iluminação, exaustão, bombas de ar e geradores de backup dependem da energia elétrica para o funcionamento, quando eventuais falhas ocorrem, o impacto é muito grave. E não é grave apenas devido aos acidentes humanos: a própria produção é comprometida.

A ventilação: um sistema sensível

A ventilação é essencial para a salubridade do trabalhador. Por conta das escavações ocasionalmente gerarem gases tóxicos ou situações em espaço confinado, os sistemas de ventilação atuam na neutralização do perigo.

Além da ventilação movida pela troca de ar, as bombas de ar atuam na proteção individual do trabalhador. Para isso, elas desintoxicam o ambiente, impedindo que gases tóxicos se alastrem.
Caso as bombas de ar ou os dispositivos de exaustão parem devido a uma falha elétrica, os trabalhadores na mineração podem sofrer consequências físicas e até mesmo irem a óbito devido à falta de ar.

A iluminação: segurança durante a operação

Principalmente em áreas de mineração profundas, a iluminação se torna um ponto de extrema importância para a segurança, seja durante a operação ou em casos de emergência, pois sem uma iluminação forçada, o interior da mina, como não possui iluminação natural, será completamente escuro.

Esse ambiente escuro, pode trazer diversos perigos, como acidentes e desorientação dos trabalhadores, dificultando por exemplo, a evacuação em caso de emergências, aumentando a chance de novos acidentes.

Essas duas medidas de proteção dependem da eletricidade.

Como garantir a segurança da operação?

A solução para as paradas indesejadas e incidentes são sistemas que façam o monitoramento preventivo das instalações e equipamentos e outros que atuem no momento de eventos como surtos e descargas atmosféricas.

A norma brasileira utilizada para instalações elétricas, inclusive na mineração, é a NBR 5410, que contempla e indica a utilização de dois tipos de equipamento para proteção elétrica que podem ser aplicados na mineração: O uso de DPS (Dispositivo de proteção contra surtos) e de dispositivos de supervisão de isolamento.

Os Dispositivo de Proteção Contra Surtos fornecem a proteção dos sistemas elétricos dos efeitos causados pelas descargas atmosféricas, atuando como descarregadores de correntes de raio e limitadores de tensão de surto, evitando assim que equipamentos sejam danificados e continuem funcionando normalmente.

Já os equipamentos de Monitoramento de Corrente de Fuga e Supervisão de Isolamento monitoram e alertam sobre possíveis fugas de correntes que podem causar choques e até mesmo paradas nos sistemas, algo extremamente importante na mineração onde cabos estão constantemente expostos.

O que dizem as normas brasileiras em respeito à mineração?

Quando falamos sobre os sistemas de proteção elétrica, normas como a NBR 5410 e a NBR 5419 são esclarecedoras sobre os dispositivos e a necessidade de utilizar equipamentos de proteção. Porém, as normas carecem de serem assertivas no que diz respeito à obrigatoriedade no setor da mineração.

Por outro lado, as normas internacionais tratam a segurança na mineração com muito mais tato, pontuando necessidades específicas (áreas classificadas, proteção contra geração de gás, gera~]ao de faíscas, perigos de incêndio etc.) e aplicando-as de forma obrigatória.

É preciso esperar que haja essa obrigatoriedade nas normas?

Não exatamente. Tornar as normas mais específicas é uma necessidade, mas a mudança não depende apenas da legislação.

Os riscos que a mineração traz aos trabalhadores são reais. As transformações necessárias são reais. Mas, a capacidade do setor da mineração de se transformar sem que haja a necessidade de um reforço legislativo também é real.

Um grande avanço para a indústria da mineração brasileira é a importação das boas práticas internacionais, principalmente de países especialistas nesse segmento, como Peru e Canadá. É preciso valorizar a vida humana, valorizar a própria produção e reconhecer os riscos. Não precisa ser obrigatório para ser conveniente.

Entre em contato conosco

Se você procura saber mais sobre proteção elétrica, as normas brasileiras e as normas internacionais, entre em contato com os profissionais da Proauto. Estamos sempre dispostos a tirar dúvidas ou promover um debate saudável.